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Prof. Roque Cortes Pereira marca presença no encerramento da 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo
Prof. Roque Cortes Pereira marca presença no encerramento da 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo
Professor, jornalista, escritor, empresário e mestre de artes marciais participou do último dia da maior edição da história da Bienal, aproximando leitores de três obras que traduzem uma trajetória dedicada à educação, ao desenvolvimento humano, ao empreendedorismo e à filosofia marcial
Por RCP News | Especial Bienal do Livro 2026
A literatura tem a capacidade singular de transformar experiência em conhecimento e conhecimento em legado. Foi com esse espírito que o Prof. Roque Cortes Pereira participou, no domingo, 13 de setembro, do encerramento da 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, realizada no Distrito Anhembi, na capital paulista.
Em uma edição apresentada pela organização como a maior da história do evento, o escritor esteve na Travessa Literária — Rua H, nº 48, participando de sessão de autógrafos e do contato direto com leitores, convidados e admiradores de sua trajetória.
Mais do que uma presença editorial, sua participação representou o encontro de diferentes dimensões de uma vida profissional dedicada à transmissão do conhecimento.
Professor universitário, jornalista, escritor, comunicador, empresário, coach, dirigente institucional e Sensei com quase cinco décadas de trajetória nas artes marciais, Roque Cortes Pereira levou à Bienal livros que dialogam diretamente com os pilares que marcaram sua caminhada: consciência, disciplina, educação, superação, liderança e empreendedorismo.
UMA BIENAL DE DIMENSÕES HISTÓRICAS
Realizada entre 4 e 13 de setembro de 2026, a 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo ocupou 86 mil metros quadrados no Distrito Anhembi.
Os números apresentados oficialmente pela organização demonstram a dimensão desta edição: R$ 36,5 milhões em investimentos, 269 expositores, 11 espaços culturais, 350 autores nacionais e internacionais e aproximadamente 3.450 horas de programação.
A expectativa anunciada era superar a marca de 700 mil visitantes durante os dez dias de evento.
Sob o conceito “Um Festival de Emoções”, a Bienal ampliou sua proposta para além da tradicional feira editorial, aproximando literatura, educação, entretenimento, cultura e economia criativa.
A Espanha foi o país convidado de honra, reforçando também o caráter internacional da programação.
Nesse cenário, a participação de autores independentes, editoras e escritores ligados a diferentes campos do conhecimento mostrou algo fundamental: o livro continua sendo uma das principais ferramentas de preservação da memória e circulação de ideias em uma sociedade cada vez mais marcada pela velocidade da informação.
ROQUE CORTES PEREIRA: QUANDO A EXPERIÊNCIA SE TRANSFORMA EM LITERATURA
A presença do Prof. Roque Cortes Pereira na Bienal ganha significado justamente pela diversidade de sua trajetória.
Com mais de dez obras escritas, sua produção intelectual atravessa artes marciais, empreendedorismo, desenvolvimento humano, mindfulness, educação, liderança e memória.
Sua formação e experiência profissional também percorrem diferentes campos.
É formado e possui trajetória ligada à Administração, Marketing, Jornalismo e Comunicação Social, com especializações e formação executiva em áreas relacionadas à gestão, estratégia, liderança e comportamento.
No ensino, construiu carreira como professor universitário, transformando experiência profissional em formação de novas gerações.
Na comunicação, atua como jornalista, editor e fundador do RCP News, projeto editorial que reúne jornalismo, análise, cultura, educação, economia, cidadania e produção de conhecimento.
No campo empresarial e institucional, acumulou participação e liderança em organizações educacionais, empresariais, sociais e associativas.
Mas é nas artes marciais que se encontra uma das raízes mais profundas de sua formação.
Faixa-preta de Karatê-Dô e Judô, Sensei, professor, técnico e dirigente, Roque Cortes Pereira se aproxima de 50 anos de dedicação às artes marciais. Sua trajetória inclui formação de praticantes e faixas-pretas, atuação esportiva e participação em organizações ligadas ao desenvolvimento do Karatê.
Do dojô à universidade, da sala de aula à redação jornalística e da experiência empresarial às páginas dos livros, existe um princípio que conecta essas diferentes atividades:
o conhecimento somente alcança sua verdadeira dimensão quando é compartilhado.
“MINDFULNESS — VIVENDO SEM LIMITAÇÕES”: CONSCIÊNCIA PARA UMA VIDA EM MOVIMENTO
Entre as obras apresentadas está “Mindfulness — Vivendo sem Limitações”, trabalho voltado à consciência, presença e desenvolvimento humano.
A proposta parte de uma questão cada vez mais atual: como manter equilíbrio, concentração e clareza em uma sociedade caracterizada pela hiperconectividade, pela pressão por produtividade e pela multiplicação constante de estímulos?
A obra aproxima o mindfulness da vida cotidiana.
Mais do que uma abordagem conceitual, apresenta a atenção consciente como instrumento para melhorar a percepção das próprias escolhas, fortalecer relacionamentos, desenvolver equilíbrio emocional e aumentar a capacidade de estar verdadeiramente presente.
O princípio de “viver sem limitações” não significa ignorar dificuldades. Significa compreender que muitas barreiras são ampliadas pela maneira como interpretamos nossas próprias experiências.
É, portanto, um livro sobre consciência — mas também sobre autonomia.
“CAMINHO DAS MÃOS VAZIAS”: MUITO ALÉM DO KARATÊ
Em “Caminho das Mãos Vazias”, Roque Cortes Pereira retorna a um território que acompanha praticamente toda a sua vida: o Karatê-Dô.
O próprio significado tradicional associado ao Karatê — o caminho das mãos vazias — permite compreender a proposta maior da obra.
O livro não trata a arte marcial simplesmente como conjunto de técnicas de ataque e defesa.
O foco está na filosofia.
Disciplina, respeito, honra, caráter, humildade, autocontrole, perseverança e busca permanente pelo aperfeiçoamento são valores que ultrapassam os limites físicos do dojô.
Depois de quase cinco décadas de vivência marcial, o autor escreve não apenas como pesquisador ou observador, mas como alguém que experimentou o Karatê como escola de vida.
Nesse sentido, “Caminho das Mãos Vazias” é também um registro de legado.
É uma ponte entre gerações.
Um convite para compreender que a faixa, o golpe ou a competição são apenas partes visíveis de algo muito maior: a formação do indivíduo.
“COMO EMPREENDER NO DOJÔ”: QUANDO A DISCIPLINA ENCONTRA A GESTÃO
A terceira obra, “Como Empreender no Dojô”, estabelece uma conexão pouco explorada entre dois universos que fazem parte da trajetória profissional do autor: artes marciais e empreendedorismo.
O livro parte de uma realidade concreta.
Um dojô precisa preservar tradição, valores e qualidade técnica, mas também necessita de planejamento, gestão, comunicação, liderança, organização financeira, relacionamento com alunos e capacidade de adaptação.
É nesse encontro que surge a proposta da obra.
Roque transporta princípios aprendidos nas artes marciais para o ambiente da gestão: disciplina para executar, resiliência diante das dificuldades, estratégia para tomar decisões, respeito nas relações e perseverança para construir resultados sustentáveis.
O dojô passa, assim, a ser entendido não apenas como espaço de treinamento, mas também como ambiente educacional, empreendimento e organização capaz de gerar impacto social.
É uma obra especialmente relevante para professores, senseis, gestores de academias e profissionais que precisam conciliar paixão pela arte com sustentabilidade profissional.
MAIS DE DEZ OBRAS E UM PROJETO DE PRESERVAÇÃO DA MEMÓRIA
As três publicações apresentadas na Bienal fazem parte de uma produção intelectual mais ampla.
Com mais de dez obras escritas, Roque Cortes Pereira vem transformando diferentes etapas de sua trajetória em conteúdo destinado às próximas gerações.
Entre seus projetos está também “Legado do Karatê — 50 anos”, concebido como uma coleção de dez volumes destinada à preservação de personagens, mestres, acontecimentos, documentos, instituições e histórias que marcaram décadas de desenvolvimento das artes marciais.
O projeto revela outra dimensão do trabalho do autor: preservar memória.
Em tempos nos quais grande parte das informações nasce e desaparece rapidamente no ambiente digital, registrar a história em livros representa um compromisso com aqueles que ainda virão.
DO DOJÔ AO LIVRO: UMA MESMA MISSÃO
Há uma simbologia particular na participação de Roque Cortes Pereira justamente no encerramento da Bienal.
O livro, para um professor, é extensão da sala de aula.
Para um jornalista, é aprofundamento da informação.
Para um empresário, pode representar conhecimento transformado em estratégia.
Para um Sensei, é uma maneira de fazer com que os ensinamentos ultrapassem os limites físicos do dojô.
É nessa convergência que se encontra a essência de sua produção.
Ao longo de décadas, mudaram os ambientes — dojô, universidade, empresas, instituições, redações e agora uma das maiores celebrações literárias da América Latina.
A missão, porém, permanece semelhante:
ensinar, compartilhar experiências e construir legado.
A participação no encerramento da 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo torna-se, assim, mais do que uma sessão de autógrafos.
Representa mais um capítulo de uma caminhada dedicada à educação, à cultura, à comunicação e à formação humana.
Porque livros permanecem quando eventos terminam.
Ideias continuam quando as luzes dos pavilhões se apagam.
E conhecimento compartilhado pode atravessar gerações.
PROF. ROQUE CORTES PEREIRA
Autor • Professor Universitário • Jornalista • Sensei • Empresário • Mentor • Comunicador
Autor de mais de dez obras e de projetos editoriais voltados à educação, desenvolvimento humano, empreendedorismo, liderança, memória e artes marciais.
“Disciplina é Liberdade.”


























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